Preciso de algo,
Não sei, não sei...
talvez o coelho de Alice.....................
...........................................................
ou apenas uma cerveja
Marlene
24 de maio de 2009
16 de maio de 2009
Fome que come o ar, não respira guardando o último suspiro
Para a sofreguidão...
Frio que humilha corpos des(acalentados)
Aquecendo o bolso de bem poucos
Insistem em nus, jogarem corpos humanos no desumano trono da vida
Como reis calcificados pela desordem que ordena a pequenos
- vestes nobres de tal grife
Orgia de pura seda que pela fresta olham apavorados aos que lhes sustentam
O luxo acumulado de lixo
Com perspicácia dos ídolos messiânicos
Justificando meu frio, minha fome, da redoma salutar de um divino
Tão pobre gravidez apodrecida no ar...
Marlene 16/05/09
Para a sofreguidão...
Frio que humilha corpos des(acalentados)
Aquecendo o bolso de bem poucos
Insistem em nus, jogarem corpos humanos no desumano trono da vida
Como reis calcificados pela desordem que ordena a pequenos
- vestes nobres de tal grife
Orgia de pura seda que pela fresta olham apavorados aos que lhes sustentam
O luxo acumulado de lixo
Com perspicácia dos ídolos messiânicos
Justificando meu frio, minha fome, da redoma salutar de um divino
Tão pobre gravidez apodrecida no ar...
Marlene 16/05/09
8 de maio de 2009
6 de maio de 2009
E Cheiro...
Foto: Marlene I.KuhnenCompilo folhas transparentes
Meu ser transborda na luz que gira olfativamente neste próprio ser
As rosas redondas na crescente espiral da vida
Germinação, pétalas formando o botão maduro
Em mim e de mim
Sou assim, respiro o botão
De verde que lança espinhos
Em-talo de caule verde-douro
Pequeninos salientes agudos a ti revestem
e brotam rigidamente junto a rosa
da terra que de mim foi recheada...
Meu ser transborda na luz que gira olfativamente neste próprio ser
As rosas redondas na crescente espiral da vida
Germinação, pétalas formando o botão maduro
Em mim e de mim
Sou assim, respiro o botão
De verde que lança espinhos
Em-talo de caule verde-douro
Pequeninos salientes agudos a ti revestem
e brotam rigidamente junto a rosa
da terra que de mim foi recheada...
Marlene I.Kuhnen
26 de abril de 2009
Talvez um livro de tragédias curtas
Mas tão extenso em seus caminhos
A cor bruta de um sonho – pode acorrentar
Pés descalços e machucados
Sangue que verte em um universo transbordado de aguardente
Cala em minha figura
Um colorido só para retocar a alma
Lá, onde simples gestos de alongamento muscular
Não tocam
Não sei por que não tem som agora...
m.i.k
26/04/09
"...A chuva nunca para de cantarA chuva nunca para de descer
E a chuva (chuva)Com o seu sonho de água vem acesa
Pra lavar o que passou..."
cordel do fogo encantado
Mas tão extenso em seus caminhos
A cor bruta de um sonho – pode acorrentar
Pés descalços e machucados
Sangue que verte em um universo transbordado de aguardente
Cala em minha figura
Um colorido só para retocar a alma
Lá, onde simples gestos de alongamento muscular
Não tocam
Não sei por que não tem som agora...
m.i.k
26/04/09
"...A chuva nunca para de cantarA chuva nunca para de descer
E a chuva (chuva)Com o seu sonho de água vem acesa
Pra lavar o que passou..."
cordel do fogo encantado
29 de março de 2009
Jasmim dos poetas
Qual flor me tem em cheiro ...Exalo o odor puro de cristais paradoxos...
Que cheiro te escrever?
São tantas as palavras, que me foge a exata linha sonora
Dessas cordas que tocam há tanto
Secas... velozes, um puro aço que transborda o deserto
De areia tão fina que cegam
Molhadas, os cristais de meus olhos cansados
E tremidos...
Amarelo,
14 de março de 2009
Dia da Poesia(não Tem Título
8 de março de 2009
Doideira
Foto: grENDelGozo deleites suburbanos da madrugada tragada em gestos insólitos de palavras intraduzíveis em um mundo sem sílabas ou pontos eternos da mística humana Nada são senão simples frases mal traduzidas dos gestos ignóbeis de mim Que sonho sem fim Não uso pontos nem sinais ortográficos corriqueiros na comunicação que jaz a relação "normal" de um ser anormal ou perfeitamente ocioso na sua defesa anti o trabalho valorizado por um grupo estabelecido de besta há séculos na defesa das luzes clareadoras do absolutismo
Preciso pular um quadrado para ver se chego na minha lucidez ótica de um plural abastecido de frases sem nexo com nexo dos dias que são ditos de noite sem lua e avião no céu ou no raso pensamento de uma transformação da idade que não resolveu proveu a dor infinita da adolescente desconexa de um tempo contido no espaço transfigurado de pele e olhos precisos de uma música na qual não comporto/a na cabeça explodida, usei sinal transformei o código de- pressa transformou-se no lerdo toque no teclado Estado obtuso da realeza virtual que me comunico com o mundo de forma silenciosa
Agora foi um espaço entre a linha primeira que pulei no tempo corrido cronologicamente depois de cromos que escorreu na cadeira foi tomada de uma preguiça minimalista
Marlene Kuhnen - Um Dia Desses
25 de fevereiro de 2009
Estou assim, meio que encantada e feliz, explico:
A editora Sandra Veroneze , descobrindo meus poemas, convidou-me a fazer parte da revista gaúcha Cadernos Literários . Alegria por estar lá? também, mas mais ainda por ter sido convidada; ter minhas linhas lidas, apreciadas e valorizadas.
A contemplação de uma criação é bebida sorvida, escapulindo um leve gole pelos lábios...
A editora Sandra Veroneze , descobrindo meus poemas, convidou-me a fazer parte da revista gaúcha Cadernos Literários . Alegria por estar lá? também, mas mais ainda por ter sido convidada; ter minhas linhas lidas, apreciadas e valorizadas.
A contemplação de uma criação é bebida sorvida, escapulindo um leve gole pelos lábios...
Foto: Marlene Inês Kuhnen
20 de fevereiro de 2009

Calor noturno com tempero
De brisa perfumada
Largo sorriso encoberto
Pela noite quente fresca
Fresca sombra estampada de luzes corredeiras
Água límpida escorrendo por pedras frias iluminadas
Pela latente claridade de bolhas pequeninas
Cintilantes
Dor? Distante sentimento
De tão longe engano, vibrante
Ai que descolo uma coceira no pescoço
(suspiro)
e uma lágrima, quase invisível
me vem no instante exato
que o olhar de supertramp cruzou o do cervo...
para os introspectivos
Marlene 20/02/09
Foto: Paula ªLopes
De brisa perfumada
Largo sorriso encoberto
Pela noite quente fresca
Fresca sombra estampada de luzes corredeiras
Água límpida escorrendo por pedras frias iluminadas
Pela latente claridade de bolhas pequeninas
Cintilantes
Dor? Distante sentimento
De tão longe engano, vibrante
Ai que descolo uma coceira no pescoço
(suspiro)
e uma lágrima, quase invisível
me vem no instante exato
que o olhar de supertramp cruzou o do cervo...
para os introspectivos
Marlene 20/02/09
Foto: Paula ªLopes
14 de fevereiro de 2009
Navegantes!Ao mar em desafio ao imaginário
De Belém ao Seguro Porto
Trovoadas marinhas
Mortes!
Indo e vindo em turvas ondas
Tal qual o medo escondido por entre
Gengivas desafiando a morte pelo simples desconhecido
Imagens fulgurantes de dantes sonhada
Sonda por entre homens apertados e cansados
Ansiosos pela nova terra
Ecoa pelos atentos ouvidos
Leve vento a crescer assustadoramente
Como uivos marinhos
Alto, tombadas para lá, para cá
Bailando ao mar sem nada, horizontes desacossados
Palmas, vibrantes a crueldade consumindo almas errantes
E bradas de aventura - Homens gloriosos pelo sonho
Viajantes de espada de aço num fio de aço ancorado no coração
Gargantas turbulentas e lentas, secas...
Um gole raspando a corrente que encontra
O rasgo fio apavorante; corrente tênue de líquido
Ah, que me ponho a sonhar...
Com frios homens bravios – prazenteiros
Rarefeitos
Marlene-14/02/09
Foto: S`Agaro
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